Introdução: O primeiro ensaio clínico em Espanha a combinar a hipertermia local profunda com tratamentos oncológicos padrão no sistema público de saúde.
Desenho do estudo: Estudo prospetivo de caso-controlo. 293 doentes no total (97 em fase ativa vs 196 controlos). 9 localizações tumorais.
Parâmetros do tratamento: 10 sessões (2-3/semana), duração de 1 hora, 150W–400W utilizando o dispositivo de hipertermia modulada HyDeep 600WM.
Dados preliminares (subgrupo de 22 doentes):
- Glioblastoma (2c)
- Cabeça e Pescoço (7c)
- Reto Pré-operatório (3c)
- Cancro da Mama (3c)
- Pulmão (NSCLC – 11c)
- Próstata (4c)
- Colo do Útero e Metástases
81.2%
ALTA TOLERÂNCIA
Doentes satisfeitos ou muito satisfeitos
66.6%
TOXICIDADE ZERO
Nenhum efeito adverso reportado
CONCLUSÃO: A hipertermia local profunda é viável nos cuidados hospitalares públicos de rotina sem recursos extraordinários. A seleção adequada dos doentes garante uma toxicidade mínima (Grau 1).